Divagações egocêntricas

pensativo.jpgAlgumas percepções do nosso senso comum coincidem com as dissertações acadêmicas. Devo avisá-lo de que minhas indagações são meros conhecimentos que jugo ter alcançado através de leituras e experiências ao longo da vida. Nada especializado. Portanto, passíveis de questionamentos.

O individuo tem a opção de conviver sob a forma de governo divino. (Jó 25:2) – Com ele estão domínio e temor; ele faz paz nas suas alturas. (Todo dom perfeito desce do alto).O qual, certamente, conduz o homem ao exercício da paz produzida por Deus. Mas, ao contrario disso, prefere seguir seu próprio destino. Romper laços afetivos priorizando projetos pessoais, gerando distúrbios e males na alma. Por exemplo, mágoas e ressentimentos causados pela frustração de relacionamentos divorciados. Quando isso acontece, sentimos dor, e  disfarçamos. Sem falar na autoconfiança. Essa surge como câncer, aparentemente, controlada. No entanto, ao primeiro sinal de egocentrismo, deflagra corrupção. Percebe-se que houve um desvio de conduta. “…e a sua confiança será como a teia de aranha. (Jó 8.14) O ser humano não foi criado para andar sozinho. Sua essência o coloca em contato com o outro. Está no genes. Quando confrontado, age e reage as atitudes. O que sobra são as sementes espalhadas para colher. Sejam boas ou ruins. Disse Paulo em sua carta aos Gálatas 6:7 “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.”

Aonde quero chegar com tudo isso? Afirmar que o homem desconhece seus próprios limites. Ele se desnuda dos poderes conferidos por Deus. Simplesmente.Com isso, corro o risco de não consolidar minhas assertivas. O homem não é vítima a partir do instante em que ele autogerencia sua história. Muitos alegam que são vítimas do sistema. Que seus erros e falhas foram induzidas pela sociedade. Em linha geral, sua opção por uma caminhada solitária o leva reflexão profunda.

Sua mente, agora, reconstruída favorece a autoconfiança. Assim, como um pool de estímulos, ele absorve os indicadores que mais satisfazem seus anseios. E ao desligar-se daqueles que estão ao seu redor, traz implicações à vida existencial. Os filósofos disseram que Deus escondeu no homem a glória de sua própria alma,a fim de que não fossem dominados pelo orgulho. Focaliza suas ações em si mesmo. Daí, Jesus afirma: “E ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo.” (Lucas 6:38).

Deste modo, entendo, em ultima análise, que o ser humano sempre está ardendo/insatisfeito por alguma coisa que ele não possui. É um poço que não sangra. Tenta buscar sustentação com diligência. Dispensa os paradoxos aplicativos “Quem procurar ganhar sua vida vai perdê-la,… ” Lc 13.33. O ideal seria nos apropriar dos recursos que nos tornam ainda mais unidos, agregando valores para serem potencializados. Os ritmos do sistema não devem determinar nem influenciar nossas decisões. Elas podem ter repercussões na eternidade. Outras, agora. Afinal, o agora é antes. Ou seja, antecipar o amanhã.

Pronto, já falei. Agora é com você! Um abraço.

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2 Respostas para “Divagações egocêntricas”

  1. [...] informativo, sem me preocupar, de modo específico, com suas indagações a respeito dos textos Divagações egocêntricas e um novo recomeço. Pois, servirá de informação para futuros leitores, e além disso, não [...]

  2. [...] divagacões-egocêntricas [...]

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