O amor de Deus é fogo consumidor
Um conceito falso e ilusório de Deus… o vê como alguém gracioso comigo quando sou bom, mas que me pune implacavelmente quando sou mau. Trata-se de um típico conceito patriarcal de Deus. Ele é o Deus de Noé, que vê pessoas afundadas no pecado, se arrepende de tê-las criado e decide destruí-la. Ele é o Deus do deserto, que envia serpentes para picar seu povo porque murmuraram contra ele. É o Deus de Davi, que praticamente dizima um povo porque seu rei, talvez motivado pelo orgulho, insiste em fazer um censo de seu império. Ele é o Deus que extraiu até a última gota de sangue de seu filho, de forma que sua ira justa, atiçada pelo pecado, possa ser aplacada. Esse Deus cujo humor se alterna entre a graciosidade e a ira tempestuosa, um deus que ainda é familiar demais para muitos cristãos – é uma caricatura do verdadeiro Deus. Esse Deus não existe. Não é o Deus que Jesus nos revela. Nem é o Deus que Jesus chamou de “Aba”.
William Shannon
“ Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus filhos” (Jo.15:13 “Aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele” (Jo. 14:21)
O título deste post foi extraído do pensamento originalmente de Bede Griffiths: ” O amor de Deus não é uma benevolência branda, mas um fogo consmidor”














Tb o sinto constragedor e por vezes perturbador.
Chris
E a novidade??
jesus é a verdade e a vida ninguém vem ao pai se não for por mim.