Minha letra denuncia insegurança.
Sinto-me um andarilho sem rumo.
Apático, resisto a indolência,
ofereço amor como produto de consumo.
Cedo descobri que sofro de saudade, de solidão,
da ausência infinita que fere.
Porém ainda anseio pelos tempos de calmaria,
escrito pelos ventos da paixão que nos uniu.













