Natal, Festas e Celebrações

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“Ele diz: Para você é coisa pequena demais ser servo para restaurar as tribos de Jacó e trazer de volta aqueles de Israel que eu guardei. Também farei de você uma luz para os gentios, para que leve a minha salvação até os confins da terra” (Isaias 49.6)

Dezembro chegou! A partir do dia 15 geralmente começa os preparativos para as comemorações de fim de ano. Há celebrações seculares em todo o mundo cristão. É tempo de fazer planos, dos sonhos, das festas, presentes e celebrações natalinas.

No entanto, mesmo diante de toda áurea que envolve o momento, espero sinceramente não ter a ilusão de promover uma felicidade incerta. Minha intenção, no presente texto, não é falar sobre festas pagãs, mitos, simbolismos, solstício – o nascimento do sol invicto, do misterioso deus iraniano Mitra. E sim, apresentar de modo simples, por meio deste ponto a obra de salvação em Cristo Jesus, e que jamais devemos confundi-la. Para que todos crêem Nele sem utopia e sem reservas.

O Filho

(João 1.14)

Nestes tempos é oportuno lembrar que a encarnação foi um acontecimento real que implicou em agonia, limitação e sacrifício. Na ocasião Deus foi visto na forma plena no sentido humano.

Em qualquer lugar podemos celebrar que “a luz que brilha nas trevas e as trevas não o compreendeu…” estendeu-se por toda Galileia (João 4.43 – 54) e Jerusalém, Judéia (João 2.13;3) e Samaria (João 4.1 – 42) e até os confins da terra, disse o discípulo João. Deste modo, houve êxodo no céu, a Palavra, o “Silencio” foi manifestado – o Verbo se fez carne. A parábola em ação. É por este motivo que em diversos cantos do mundo, principalmente, nesta época, partimos o pão.

O Espírito

O Espírito Santo age de forma invisível com sua natureza aos homens, enquanto a divindade suprema permanece oculta, e o Ser “servo” revela-se. Ele, agora, é nosso companheiro do caminho. (Isaías 7.14) Inspira re-flexão pela palavra visível. Daí, o amor de Deus ganha visibilidade e inicia o projeto de alcance incalculável: a reconciliação do homem. Portanto quando o apóstolo Paulo escreveu em (II Coríntios 13:13) – “A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor , e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Amém.”Ele estava afirmando que o plano divino para Igreja foi a Graça – dom gratuito de Deus à comunhão gerenciada pelo Espírito.

O Pai

O modelo de comunhão é estabelecido: Assim como, une o Pai ao Filho, unirá também os discípulos. “Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; “(João 17:21) E, finalmente, “Todos hão de conhecer que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (João 13:35). Então quais são os termos dessa propagação? Qual é a fórmula existencial? Tiago, em sua carta universal, escreve o modo adicional da ação do Espírito: “aceitem humildemente a palavra implantada em vocês, a qual é poderosa para salvá-los” (Tiago 1.21)

Tendo a história como testemunha, Deus nos oferece o melhor presente. Não permita que o pecado impeça de recebê-Lo. O Senhor é bom.

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