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Setembro/2013

noite de autografo2Celebro mais um dia natalino, enquanto recheio telas brancas com letras e outras com tintas, sossego minha alma. Deixo as indagações procedentes de uma cultura ambígua de lado, e mergulho na euforia das crianças; sem nostalgia, sem limites, sem queixas inoportunas. Lá, naturalmente, encontrarei no convívio dos afetos, o melhor das belezas.

Consternado com a voz do meu corpo que sussurra todos os dias. Parece uma mensagem do destino que fissura minha consciência, e nos últimos meses clamou como nunca. Mas minha mente protesta; o coração ainda mais. Refugo. Calado, converso apenas comigo mesmo, recito a máxima do pregador, o autor das sabedorias populares e filho de Davi, Salomão. “Calma homem, não se avexe, há tempo para todo propósito.”(versão tupiniquim)

O tempo passou e graças a Deus vejo essa sombra fria da enfermidade apenas de telescópio. No mais, não encontro as palavras certas para sintetizar meus anseios. A mim, agora, me interessa o caminho dos encontros e  simplicidades, dos risos e colóquios, da família doméstica, para que dure mais; sabedoria para lidar com as contingências, e minha história ganhe alegrias.

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